Às vezes me sinto
Catapultado no nada
Fora de qualquer percepção
O mundo do meu passado
E o mundo do meu futuro
Não existem mais
Eu me movo
No espaço vazio
Fora de toda existência
O agora se perde
Na constituição espaço-tempo
Matéria se dissolve
Eu vejo tudo
Eu ouço tudo
Eu sinto tudo
Eu saboreio tudo
Eu cheiro tudo
E nada
Meu coração bate
Como uma engrenagem
Sempre em movimento
Meu sexto sentido
Como que possuído
Está desligado
Tudo embaça na névoa
Tudo evapora na luz
Tudo flui à escuridão
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