Às vezes me sinto
Catapultado no nada
Fora de qualquer percepção
O mundo do meu passado
E o mundo do meu futuro
Não existem mais
Eu me movo
No espaço vazio
Fora de toda existência
O agora se perde
Na constituição espaço-tempo
Matéria se dissolve
Eu vejo tudo
Eu ouço tudo
Eu sinto tudo
Eu saboreio tudo
Eu cheiro tudo
E nada
Meu coração bate
Como uma engrenagem
Sempre em movimento
Meu sexto sentido
Como que possuído
Está desligado
Tudo embaça na névoa
Tudo evapora na luz
Tudo flui à escuridão
Donnerstag, 15. Dezember 2016
Donnerstag, 8. Dezember 2016
Buraco Negro
Eu sou um grande buraco negro
O absorve tudo
Onde tudo desaparece
Até o esquecimento
Eu sou um redemoinho preto
Sem começo e fim
Nem luz nem sombra
Ou qualquer cor
Um grão de areia pesa mais
Como um planeta inteira
Tempo se deforma
Para novas dimensões
Meu gravidade é mortal
Por todas vidas
Minha respiração é uma trovoada
De mil galáxias
O mundo inteiro está com medo
A desaparecer em nada
Ninguém percebe
que eu devoro a mim mesmo
O absorve tudo
Onde tudo desaparece
Até o esquecimento
Eu sou um redemoinho preto
Sem começo e fim
Nem luz nem sombra
Ou qualquer cor
Um grão de areia pesa mais
Como um planeta inteira
Tempo se deforma
Para novas dimensões
Meu gravidade é mortal
Por todas vidas
Minha respiração é uma trovoada
De mil galáxias
O mundo inteiro está com medo
A desaparecer em nada
Ninguém percebe
que eu devoro a mim mesmo
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